
Há quem defenda que o afastamento de Dias da Cunha se deu na sequência de uma luta pelo poder entre os dois principais credores do Sporting, BCP ( Dias da Cunha) e BES ( FSF).
Imaginemos a seguinte situação:
Um banco faz um empréstimo a uma empresa e é um administrador desse banco que fica a administrar - lá.
Perante decisões em que os interesses do banco não coincidam com os da empresa, quem é que o representante do banco defende?
Pois é nesta situação que o nosso clube se encontra.
Filipe Soares Franco têm a missão de fazer com o que o BES recupere o dinheiro que emprestou, seja como for, nem que seja alienar o património ao desbarato.
O tempo irá julgar se tenho ou não razão.
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