
De certeza que António Vilaça, assistente de Jorge Sousa, não teria oferecido ao Sporting o golo em fora-de-jogo, se o jogo fosse para o campeonato.
Golos destes – tal como aquele que entrou na baliza de Ricardo e não foi validado e de que não precisávamos para ganhar o jogo – só servem para daqui a 50 anos, quando nós protestar - mos por não conseguirmos ganhar o campeonato por causa das arbitragens, os nossos adversários se defenderem com:
Golos destes – tal como aquele que entrou na baliza de Ricardo e não foi validado e de que não precisávamos para ganhar o jogo – só servem para daqui a 50 anos, quando nós protestar - mos por não conseguirmos ganhar o campeonato por causa das arbitragens, os nossos adversários se defenderem com:
- Então e aquele golo em fora-de-jogo em Vila do Conde!
Tal como ainda hoje lembram o golo na baliza do Ricardo!
Tirem – nos o golo, tirem – nos os dois pontos porque não precisamos deles.
Manuel Machado tem razão quando diz que o formato da Taça da Liga está feito para que os grandes irem o mais longe possível e que são protegidos pelos árbitros.
Compreendemos que a Taça da Liga está ainda em “perigo de vida”, não está consolidada no calendário, esta é apenas a segunda edição.
Compreendemos que seria uma “catástrofe” para a sua notoriedade e para o patrocinador se, por exemplo, a final fosse entre o Rio Ave e o Paços de Ferreira, clubes que prezo, que estão regularmente a disputar a principal Liga e com salários em dia.
Este tipo de Taças existe nos outros países para dar oportunidade aos clubes menos cotados de ganharem algum dinheiro e alguns títulos.
Nestas competições as melhores equipas, sobretudo as que disputam as competições europeias, aproveitam para rodar os jogadores menos utilizados, ao contrário dos outros que se apresentam na máxima força, cientes de que têm mais possibilidades de ganhar.
Tirem – nos o golo, tirem – nos os dois pontos porque não precisamos deles.
Manuel Machado tem razão quando diz que o formato da Taça da Liga está feito para que os grandes irem o mais longe possível e que são protegidos pelos árbitros.
Compreendemos que a Taça da Liga está ainda em “perigo de vida”, não está consolidada no calendário, esta é apenas a segunda edição.
Compreendemos que seria uma “catástrofe” para a sua notoriedade e para o patrocinador se, por exemplo, a final fosse entre o Rio Ave e o Paços de Ferreira, clubes que prezo, que estão regularmente a disputar a principal Liga e com salários em dia.
Este tipo de Taças existe nos outros países para dar oportunidade aos clubes menos cotados de ganharem algum dinheiro e alguns títulos.
Nestas competições as melhores equipas, sobretudo as que disputam as competições europeias, aproveitam para rodar os jogadores menos utilizados, ao contrário dos outros que se apresentam na máxima força, cientes de que têm mais possibilidades de ganhar.
Era positivo que a Taça da Liga ganhasse o seu espaço, para ser disputada noutros moldes, para que acontecesse “Taça”.